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A violência e o tapa-olhos oficial

O
radialista Mettran Senna
 relata que, pela quarta vez, teve uma arma de fogo apontada
para sua cabeça, foi humilhado, agredido física e psicologicamente com
palavrões e ameaças
de morte iminente
por dois bandidos
aparentando ter entre 17 e 20 anos, que
levaram sua moto, celular, dinheiro e objetos pessoais, por volta das 21:10h,
na área do Conjunto Guajará I, em Ananindeua, bem na esquina da Av. Principal
com a WE-73. Diz que só recuperou a moto porque ela tem sistema de rastreamento
via GPS e de pronto ligou para a central de monitoramento da Máxima Segurança e
informou o ocorrido. Ao pedir socorro via 190, teve que esperar por mais de 10
minutos ouvindo uma irritante “musiquinha” e a ligação caiu; ao insistir esperou
por mais 5 minutos até ser atendido. Quando finalmente conseguiu comunicar o fato
à polícia via Ciop, somente após 15 minutos avistou uma viatura, que, por sinal,
não estava envolvida em sua solicitação.
Ontem
de madrugada, bandidos furtaram todo o cabeamento da Oi na área do Barreiro e o
resultado é que, desde cedo, parte do bairro do Umarizal, em Belém, está sem
telefone e internet.
Todos
os dias, os jornais mostram um banho de
sangue
. Execuções, assaltos com reféns, assassinatos por encomenda, tráfico
de drogas, de órgãos humanos, de pessoas, exploração sexual infanto-juvenil,
trabalho escravo, abusos contra idosos, mulheres e crianças.
Mas
a Segup diz que os índices de violência e criminalidade estão rés ao chão, uma beleza. Deve se tratar
de alucinação coletiva. Como diz o filósofo mudo: anrã…

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