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A sangue frio

Preparem suas veias! Há lances eletrizantes nas eleições para o corpo diretivo da Cooperativa dos
Anestesiologistas do Pará, que desaguaram na 6ª Vara Cível da Capital e prometem
ainda muita rebordosa. Em novo
despacho na quinta-feira, 9, nos autos do processo 0018384-63.2013.814.0301, o juiz Mairton Carneiro r
ecebeu incidente de falsidade
apresentado, determinou a suspensão do processo, e intimou a parte que produziu
o documento para responder, no prazo de 10 dias, ciente de que não se procederá
ao exame pericial se esta concordar em retirar a peça e a parte contrária não
se opuser ao desentranhamento.
Tudo começou quando duas chapas concorreram à eleição
da diretoria da Coopanest-PA, no dia 28 de março de 2013(Quinta-Feira Santa),
mesmo com todos reclamando da data: a Chapa 1, formada por Sheila Acioli, Simone
Alvarez, Hermínio Pessoa, Jenyse Ribeiro, Araceli Falcão e Marcelo Tavares; e a
Chapa 2, integrada por Luis Paulo Mesquita (que pleiteou a reeleição como
presidente), Izabel Alvarenga, Harabia Costa, Mário Fáscio, Lázaro Oliveira e Jorge
Melhym Neto. A comissão eleitoral foi composta por Heloísa Areas, Roberta Moreira
e Lauricéia Oliveira.
Antes da eleição, ficou acertado que os votos do
interior seriam encaminhados a uma caixa postal, até as 18h do dia do pleito.
Após a apuração, a Chapa 1 ganhou.  Entretanto, não levou. No dia 10 de abril, um oficial de justiça foi até o
Hospital Ofir Loyola e lá entregou intimação judicial de liminar no
sentido do cômputo de todos os votos do pleito (vejam a decisão). A antiga
diretoria foi reempossada e no dia seguinte, às 11h, a presidente da comissão
eleitoral foi até a dita caixa postal, acompanhada de um membro de cada chapa,
buscar os votos que não tinham sido computados.
Mas aí foram detectados outros problemas. Entre os
quais, que havia 51 votos do interior e em trânsito,  já validados por Heloísa Areas e Lauricéia
Oliveira no dia 19.03.2013, e os vindos de Santarém estavam rubricados por Roberta
Moreira, o que não seria possível, vez que tais votos só foram feitos no dia
27.03.2013. Leiam os detalhes, digamos, surpreendentes, na ata. Resultado: os votos foram impugnados pela comissão
eleitoral e novo imbróglio se formou.
Detalhe: surgiu um documento atestando que o
anestesiologista  Luis Paulo Araújo
Mesquita, na eleição passada, firmou um termo de compromisso de não concorrer
na eleição deste ano, mas mudou de ideia.
Ontem às 18h houve Assembleia Geral Extraordinária para
esclarecer a situação, cuja convocação, solicitada pelo Conselho Fiscal, o presidente
se recusou a pagar, mas que os próprios cooperados revoltados publicaram.
 Ficou decidida a constituição de uma comissão de inquérito para apurar os fatos. Uma espécie de CPI dos médicos anestesiologistas, vejam só! Vai dar chabu.

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