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Zeno Veloso e a Alepa

Outro dia o ex-deputado e grande jurista Zeno Veloso esteve na Alepa, à
tarde, para ajudar a comissão parlamentar que está revisando o PCCR dos
servidores. Foi recebido no gabinete da presidência e logo se formou um círculo
de admiradores ao seu redor. Fiel ao seu estilo, não demorou e estava contando causos saborosos de Legislaturas
passadas.
Lembrou, por exemplo, de dois deputados que disputavam, digamos, energicamente a presidência da Casa e,
certa vez, por pouco não se estapearam na porta do elevador, na época em que o
plenário ainda era onde hoje funciona o auditório João Batista. Foram contidos
pela segurança e por seus pares. Acontece que era final de Legislatura e nenhum
dos dois sequer se reelegeu, quanto mais alcançou o cargo máximo almejado. Revezes
da política. Zeno não quis declinar os nomes, mas trata-se dos ex-deputados
Itamar Francês e Hamilton Guedes, que estão aí vivinhos e não vão se aborrecer
por eu revelar suas identidades.
Zeno não poupou nem a si mesmo. Rememorou que, certa vez, era tido e
havido como o virtual presidente da Alepa. Tinha sido relator da Constituinte.
Brilhava na tribuna. Favas contadas. A ponto de ter convidado até pessoas para
o seu staff. Só que, enquanto ele cantava
vitória
, na surdina, outras forças
catapultaram o então deputado Bira Barbosa que, na hora H, virou presidente, e Zeno acabou na vice, em uma composição
surpreendente. Coisas do Parlamento.
E se o ex-deputado Ronaldo Passarinho, que presidiu a Alepa e o TCM, tivesse
ido também à Alepa, daria para escrever um livro de memórias só com as
histórias vibrantes que contariam em meia hora. São dois arquivos da história do Pará que
deveriam ter suas memórias devidamente registradas para as gerações futuras.
Na foto, Zeno com o presidente da Alepa, deputado Márcio Miranda(DEM), o
vice-presidente Júnior Ferrari(PSD) e os deputados José Megale(PSDB) e Raimundo
Santos(PEN), presentes na ocasião.

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