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Sem fiscalização, a selvageria do trânsito

A tarifa de ônibus aumentou de R$2,20 para R$2,40 em Belém do Pará e causou justa indignação dos usuários. Não é pelos vinte centavos. É pelo desrespeito aos cidadãos, traduzido na frota velha, literalmente caindo aos pedaços, sem manutenção, que vive dando prego, quando não causa acidentes pelos pneus carecas e freios gastos; nos veículos imundos, cheios de lixo e baratas; no despreparo de motoristas e cobradores, que queimam paradas e maltratam pessoas portadoras de deficiências físicas e idosos, recolhem e deixam passageiros no meio das ruas, sob risco de morte; avançam sinais; trafegam em velocidade excessiva e ocupando todas as faixas; fecham os cruzamentos; tudo por falta de fiscalização do órgão responsável. O preço da passagem, para esse circo de horrores, é cara, muito cara.

Por outro lado, qualquer pessoa que ande nas ruas de Belém já notou, forçosamente, as vans e Kombis velhas que trafegam com as portas abertas, com todos os faróis e lanternas queimados, fazendo manobras perigosas que põem em risco as vidas não só de quem se arrisca nelas quanto dos que transitam na via pública. No Ver-O-Peso e na área do terminal rodoviário de São Braz, a situação é caótica. Só a Semob não vê, muito menos toma providências.

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