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Sem destino

Centenas de toras de madeira – 65 mil metros cúbicos, apreendidos durante a Operação Arco de Fogo, da Polícia Federal, há um ano -, permanecem amontoadas na Resex Renascer, reserva extrativista em Prainha, município do oeste do Pará. Uma liminar concedida pelo Juiz da Vara Federal estabeleceu a não remoção do material até que se decida em definitivo seu destino. E até hoje o ICMBio – órgão responsável – não apresentou uma solução para o caso.
Os comunitários querem que os recursos obtidos com a venda da madeira sejam revertidos em favor da instalação efetiva da Resex, que ainda não teve nem seus limites demarcados. Os nativos não têm acesso a direitos básicos, como moradia, saúde e educação.
Enquanto isso, madeireiros e grileiros atuam à vontade, cortando madeira nova e vendendo áreas para “laranjas”, tanto dentro da Reserva quanto em sua área de amortecimento.
Ontem, o Ministério Público Federal recebeu denúncia sobre a situação, com pedido de nova fiscalização e a retirada definitiva das madeireiras que ainda estão na Resex.
*Com informações e foto da Ong Terra de Direitos.

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