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O Oceanos, Prêmio de Literatura em Língua Portuguesa anuncia os 54 semifinalistas da edição de 2026, nas categorias poesia e prosa (romance, conto, crônica e dramaturgia). Entre eles, autores de 13 estados brasileiros: Amazonas, Bahia, Ceará, Maranhão, Minas Gerais, Pará, Pernambuco, Paraná, Rio de Janeiro, Rio Grande do Sul, Rio Grande do Norte, Sergipe e São Paulo.


Do Pará, os livros semifinalistas são: “De-estar, entrestrelas”, de Age de Carvalho, Cobalto Livros; e “Modos de construção sobre tapumes”, de Gabriela Sobral, Cachalote, selecionados entre 3.086 livros inscritos, 26 títulos de prosa e 28 de poesia. O júri reúne escritores, poetas e críticos de quatro países: Angola, Moçambique, Portugal e Brasil.


Foram selecionadas 26 obras de prosa e 28 de poesia. A edição recebeu 1.808 inscrições de prosa e 1.278 de poesia. Na poesia, os 28 títulos selecionados são de 19 autores brasileiros, cinco moçambicanos e quatro portugueses. As obras foram publicadas por 25 selos editoriais, sendo 16 do Brasil, seis de Portugal e três de Moçambique.


Na prosa, os 26 semifinalistas são de 12 autores brasileiros, dez portugueses, três moçambicanos e um angolano. Os livros foram publicados por 15 selos editoriais, com participação de editoras brasileiras, portuguesas e moçambicanas.


A nova etapa será conduzida por dois júris intermediários. O de Prosa é formado por Álvaro Taruma, de Moçambique; João Fernando André, de Angola; Carola Saavedra e Felipe Munhoz, do Brasil; e Sara Figueiredo Costa e José Mário Silva, de Portugal. O de poesia, por Leopoldina Fekayamãle, de Angola; Francisco Guita Jr., de Moçambique; Fernando Paixão e Natasha Félix, do Brasil; e Maria Antónia Oliveira e Maria João Cantinho, de Portugal.


Até 12 de outubro serão eleitos os 5 livros finalistas de poesia e os 5 livros finalistas de prosa, que avançam para a última etapa de avaliação do Oceanos 2026. As obras finalistas serão avaliadas por novo júri internacional que escolherá o vencedor de cada categoria.


Semifinalistas de prosa


A chuva que lança a areia do Saara, Ana Margarida de Carvalho, Companhia das Letras (Portugal)


Aranha Movediça, Moacir Fio, Moinhos (Brasil – CE)


Caderno de ossos, Julia Codo, Companhia das Letras (Brasil – SP)


Corsária, Marilene Felinto, Fósforo (Brasil – PE)


Dança de enganos, Milton Hatoum, Companhia das Letras (Brasil – AM)


Depois do trovão, Micheliny Verunschk, Companhia das Letras (Brasil – PE)


Have Ya Got Any Castles, Baby, Ana Teresa Pereira, Relógio D’Água (Portugal)


Horas azuis, Bruna Dantas Lobato, Companhia das Letras (Brasil – RN)


Matilde, H.G. Cancela, Relógio D’Água (Portugal)


Meridiana, Eliana Alves Cruz, Companhia das Letras (Brasil – RJ)


Mobília humana, jjLeandro, Litteralux (Brasil – MA)


Mundo, pára quieto, Ricardo Araújo Pereira, Tinta-da-China (Portugal)


Não é ainda o pânico, Rui Nunes, Relógio D’Água (Portugal)


Narração Nocturna, João Paulo Borges Coelho, Editorial Fundza (Moçambique)


Niemand, Andre Klojda, Litteralux (Brasil – RJ)


O Almoxarife Almaxerifado, João Henriques BarretoLima, Inmensa Editorial (Brasil)


O Mel sem Abelhas, Judite Canha Fernandes, Gradiva (Portugal)


Quem Tem Medo dos Santos da Casa, Sara Duarte Brandão, Dom Quixote (Portugal)


Recordações e Andorinhas, J. Rentes de Carvalho, Quetzal (Portugal)


Se não me quiseres amar agora no Inverno, quando?, António Cabrita, The Poets and Dragons Society (Portugal)


Sob a capulana do destino e outros contos, Énia Lipanga, Nandyala (Moçambique)


Te dou minha palavra, Noemi Jaffe, Companhia das Letras (Brasil – SP)


Todas as Famílias Felizes, Miguel d’Alte, Suma de Letras (Portugal)


Tudo Sobre Deus, José Eduardo Agualusa, Quetzal (Angola)


Última memória entrevista com Sthoe, Lucílio Manjate, Alcance Editores (Moçambique)


Uma delicada coleção de ausências, Aline Bei, Companhia das Letras (Brasil – SP)


Semifinalistas de poesia


A parte desejada, Ademir Demarchi, Lambrequim (Brasil – PR)


Antes de dar nomes ao mundo, Adriana Lisboa, Relicário (Brasil – RJ)


As Mãos, Rui Teixeira Motta, Guerra e Paz Editores (Portugal)


Boris e Marina, Alberto Martins, Companhia das Letras (Brasil – SP)


Cavalo partido ao meio, Danilo Villa, Primata (Brasil – BA)


Coisa de nada, Duarte Drumond Braga, não (edições) (Portugal)


Corpos da Memória, Helder Macedo, Caminho (Portugal)


Costurar a linguagem, Zacarias Nguenha, Fundação Fernando Leite Couto (Moçambique)


De-estar, entrestrelas, Age de Carvalho, Cobalto Livros (Brasil – PA)


Diáspora não é lar, Nina Rizzi, Pallas (Brasil – SP)


Matriarca cidade, Dalgo Silva, 7Letras (Brasil – CE)


Modos de construção sobre tapumes, Gabriela Sobral, Cachalote (Brasil – PA)


Nada entre dois polegares, João Gabriel Madeira Pontes, 7Letras (Brasil – RJ)


Noite devorada, Mar Becker, Círculo de Poemas (Brasil – RS)


O jardim das oliveiras, Adélia Prado, Record (Brasil – MG)


Para Espantar Horror do Tempo, Ben Jone, Oleba Editores (Moçambique)


Para o Naufrágio do Fogo, Britos Baptista, Gala-Gala (Moçambique)


Porte Étoile, Edimilson de Almeida Pereira, Cobalto Livros (Brasil – MG)


Pote de mel e outros poemas, Leonardo Gandolfi, Editora 34 (Brasil – RJ)


Quimera, Prisca Agustoni, Círculo de Poemas (Suíça-Brasil)


Radiografia das árvores, Ivana Fontes, Aboio (Brasil – SE)


Relógio sem rosto, Carlos Machado, Patuá (Brasil – BA)


Satori na laje, Edson Cruz, EditoRia (Brasil – BA)


Sobre a queda de uma pétala, Adriano Wintter, Bestiário (Brasil – RS)


Terreno, Duarte Scott, Tinta-da-China (Portugal)


Toda manhã era vez, Carla Diacov, Ofícios Terrestres (Brasil – SP)


Tratado das Coisas Sensíveis, Pedro Pereira Lopes, Imprensa Nacional – Casa da Moeda (Moçambique)


Tratado sobre noite, Whaskety Fernando, Mapeta (Moçambique)


Oceanos é uma premiação internacional anual dedicada a obras literárias escritas em língua portuguesa e publicadas em qualquer lugar do mundo. Com governança da Oceanos Cultura, no Brasil, e da Associação Oceanos, em Portugal, o prêmio promove a circulação das literaturas em língua portuguesa e o intercâmbio entre autores, leitores, críticos, editores e instituições culturais de diferentes países.


O prêmio conta com patrocínio do Itaú, via Lei de Incentivo, e do Ministério da Cultura de Portugal, além do apoio do Itaú Cultural, dos Ministérios da Cultura de Moçambique e Cabo Verde e da CPLP.

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