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O Atlas da Dívida dos Estados Brasileiros, lançado no Fórum Internacional Tributário pela Federação Nacional do Fisco Estadual e Distrital, aponta que a dívida ativa das empresas com os entes federados soma estratosféricos R$ 896,2 bilhões, significando 13,18% do PIB…

Ao abrir oficialmente o Forma Alepa/Elepa, o presidente da Assembleia Legislativa do Pará, deputado Chicão, destacou a importância do trabalho que vem sendo executado pela Escola do Legislativo, treinando, qualificando e atualizando gestores, vereadores e servidores públicos, que dessa forma…

Em Itupiranga, força-tarefa do Ministério Público do Trabalho no Pará e Amapá, Auditoria Fiscal do Trabalho, Defensoria Pública da União e Polícia Federal resgatou sete trabalhadores em condições análogas às de escravos, em duas fazendas no sudeste paraense, e prendeu…

Parauara publica na Nature

Mais um paraense brilha no planeta. O impacto de distúrbios naturais na floresta amazônica sobre o balanço de carbono é tema de artigo assinado pelo pesquisador Raimundo Cosme de Oliveira Jr., da Embrapa Amazônia Oriental (Belém-PA), ao lado de pesquisadores da Nasa (EUA), Instituto de Tecnologia da Califórnia (EUA), Universidade de Leeds (Reino Unido), Instituto Nacional de Pesquisas da Amazônia – Inpa (Brasil), Universidade de New Hampshire (EUA), Instituto Nacional de Pesquisas Especiais – Inpe (Brasil), Jardim Botânico de Missouri (EUA), Universidade de Stanford (EUA) e Universidade de Nottingham (Reino Unido), publicado no último dia 18 na revista Nature, uma das mais conceituadas revistas científicas do mundo, classificada como A1 pela Capes, e também uma das mais antigas: sua primeira edição data de 1869

O artigo confirma o papel de destaque da Amazônia no cenário das mudanças climáticas globais, ao revelar que, mesmo com os distúrbios que causam a perda de árvores (biomassa), a floresta ainda é a grande responsável pelo sequestro de carbono, ou seja, por capturar da atmosfera gases que ocasionam o efeito estufa. 

No estudo, o grupo de pesquisadores avaliou distúrbios de diferentes escalas e frequências e chegou à conclusão de que a floresta amazônica pode ser um grande sumidouro de carbono terrestre. E que os distúrbios de pequena escala são os que ocasionam mais perda de biomassa (88%), e por isso impactam mais no balanço de carbono. Já as perdas de média e grande intensidade têm menor impacto sobre a floresta. Isto porque os distúrbios em pequenas áreas ocorrem mais vezes, ocasionado uma perda maior quando somadas.

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