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O Theatro da Paz reabre hoje. Para marcar a data, haverá concerto lírico, às 20h, com os cantores paraenses Alpha de Oliveira, Patrícia Oliveira, João Augusto Ó de Almeida e Antônio Wilson, acompanhados pela pianista Ana Maria Adade.
Incompreensivelmente – já que a diretora do TP, Dione Colares, admite que não houve redução de verbas – este ano o Festival de Ópera terá uma ópera só, La Traviata. A alegação é de que não havia espaço para ensaio.
Entretanto, o Madrigal da UEPA e a Camerata da UFPA apresentam amanhã, às 20h, na Igreja de Santo Alexandre, o “Membra Jesu Nostri” – oratório de Dieterich Buxtehude, composto de 7 cantatas que falam sobre as chagas de Cristo -, fora do circuito do Festival. A regência é do maestro francês Philippe Forget e a entrada é franca.
E “Dido & Aeneas” – ópera de Henry Purcell, importante obra do repertório barroco da Inglaterra – está ensaiada e será também regida pelo maestro francês Philippe Forget, mas não tem ainda cenário, figurino nem local para sua montagem, por não ter sido incluída no Festival de Ópera do Theatro da Paz, apesar de, desde o início do ano, o prof. Mílton Monte, regente do coro, ter solicitado a Dione Colares a inclusão.
O Pará é um celeiro de talento musical, do erudito ao popular. O Madrigal da UEPA e a Camerata da UFPA merecem espaço no calendário oficial. E o importante maestro estrangeiro deveria ser recebido à altura pela direção do Theatro da Paz, até mesmo em razão da hospitalidade do povo paraense. 
Franssinete Florenzano
Jornalista e advogada, membro da Academia Paraense de Jornalismo, da Academia Paraense de Letras, do Instituto Histórico e Geográfico do Pará, da Associação Brasileira de Jornalistas de Turismo e do Instituto Histórico e Geográfico do Tapajós, editora geral do portal Uruá-Tapera e consultora da Alepa. Filiada ao Sinjor Pará, à Fenaj e à Fij.

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