Publicado em: 8 de julho de 2026
De acordo com a PF, há um esquema voltado à apropriação de áreas de patrimônio público por meio da manipulação de registros cartorários e da utilização de dados falsos.
Os materiais apreendidos subsidiarão o inquérito policial, que segue em andamento. Os investigados responderão pelos crimes de falsidade ideológica, lavagem de capitais e invasão de terras públicas.
Em maio do ano passado, na primeira fase da operação Imperium Fictum, nove pessoas envolvidas com o grupo criminoso foram presas. Debs Antonio Rosa, proprietário da Fazenda Talismã, situada no Km 9 da rodovia BR-230, a Transamazônica, em Vitória do Xingu (PA), foi apontado como figura central das operações e coordenador das ações dos demais envolvidos, além de ter vínculo de parentesco com outros alvos no caso (foram presos sua ex-mulher, seu ex-sogro, um ex-cunhado, funcionários e um de seus filhos). Na época, houve bloqueio judicial de nada menos que R$ 608 milhões.










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