Publicado em: 3 de outubro de 2026
Está chegando o dia das eleições, 4 de outubro, quando serão feitas seis escolhas. A ordem dos votos na urna eletrônica começa pelos cargos do Legislativo e termina na Presidência da República. É importante saber disso e levar a cola com os números dos (as) candidatos (as) para não errar.
A urna apresentará os cargos em uma ordem fixa. Primeiro aparece Deputado federal, com quatro dígitos. Na sequência, Deputado estadual, com cinco dígitos; Senador, primeira vaga, com três dígitos; Senador, segunda vaga, com três dígitos; Governador, com dois dígitos; e Presidente da República, com dois dígitos.
A tela mostra o cargo em votação, o nome, a fotografia e a sigla partidária da candidatura. Nos cargos de senador, governador e presidente, a urna também apresenta os nomes e as fotos dos suplentes ou vices. Se algum número estiver errado, a tecla “Corrige” permite refazer a escolha antes da confirmação.
Este ano, 54 das 81 cadeiras do Senado estão em disputa. Cada estado (e o Distrito Federal) elegerá dois senadores, haverá renovação de dois terços da Casa. Por isso, dois votos precisam ser destinados a candidatos diferentes. Se o mesmo número for repetido, o primeiro voto será válido e o segundo será nulo.
Também não existe voto de legenda para senador. Cada escolha exige o número completo de três dígitos da candidatura.
Nos votos para deputado há, ainda, uma possibilidade que não vale para senador, governador ou presidente. O eleitor pode registrar voto nominal em uma candidatura ou votar apenas na legenda partidária.
Voto em branco e voto nulo têm o mesmo efeito na apuração. Nos dois casos, fica fora do total de votos válidos.
O e-Título pode servir como documento de identificação quando exibe a fotografia do eleitor. Porém, o telefone celular não pode ser levado até a cabine. A proibição também alcança máquinas fotográficas, filmadoras e equipamentos capazes de registrar o voto.
Por isso, a Justiça Eleitoral recomenda levar os números anotados em papel. A chamada “colinha eleitoral” pode seguir exatamente a ordem apresentada pela urna. E o TSE mantém um simulador com candidaturas fictícias para quem deseja treinar a sequência antes do dia da eleição.
Quem estiver habilitado para votar em trânsito dentro do mesmo estado do domicílio eleitoral poderá votar em todos os cargos. Quem estiver em outra unidade da Federação poderá votar somente para presidente da República.
Brasileiros com título registrado na Zona Eleitoral do Exterior também votam apenas para presidente e vice-presidente.
O segundo turno será no dia 25 de outubro de 2026. Nessa etapa, não haverá nova escolha para deputados ou senadores, poderá envolver apenas presidente e vice-presidente, além de governador e vice-governador nos estados onde nenhuma candidatura conseguir se eleger.
Antes de apertar “Confirma”, o procedimento mais seguro é conferir número, nome, foto e partido mostrados na tela. A atenção deve ser maior na escolha para o Senado, porque serão dois votos diferentes.










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