Publicado em: 28 de agosto de 2026
Uma crise severa de imagem pode pulverizar bilhões de dólares em valor de mercado em questão de horas. Por outro lado, marcas admiradas conseguem cobrar mais caro por seus produtos ou serviços porque o consumidor confia nelas. Já faz algum tempo que a percepção pública, a confiança e a governança impactam diretamente a avaliação das empresas.
Um estudo global da consultoria Ocean Tomo indica que os ativos intangíveis (reputação, propriedade intelectual e dados) representam 92% do valor de mercado das grandes corporações. O valor físico (fábricas, estoques, maquinários) é apenas 8%. Inversão do que era há uns cinquenta anos.
O Repcom, evento promovido recentemente pela FSB Holding em São Paulo, reuniu líderes empresariais, jornalistas e especialistas para debater o papel da influência na construção de credibilidade e valor para marcas e pessoas.
O cenário atual deixa claro que a reputação corporativa se tornou prioridade máxima nas mesas de conselhos de administração, diretores financeiros e gestores de risco. Com a velocidade das redes sociais e a cobrança crescente por práticas transparentes de governança e sustentabilidade (ESG), um ruído de imagem mal gerenciado tem potencial destrutivo. Os exemplos estão na mídia.
Empresas e profissionais liberais antenados já sabem que menções em redes sociais e notícias em portais precisam da mesma atenção que o fluxo de caixa. Aprenderam que devem investir para evitar crises. Cuidar da reputação, da marca, da imagem individual e empresarial é tão importante quanto cuidar do produto, da venda, do comercial, do jurídico e do financeiro.
Óbvio que não se trata de simplesmente estar em evidência. Jornalismo tem valor, o que é diferente de preço. A desinformação é um desafio diário, e por isso mesmo a sociedade valoriza ainda mais a notícia produzida com critério ético, técnico e moral. Ter credibilidade é fundamental.
O Portal Uruá-Tapera é um dos mais respeitados por quem acompanha os bastidores do poder, do direito e da cultura no Pará. Conhecido pela independência, coragem e compromisso com a ética profissional, seu alcance e influência o posicionam entre os mais acessados. Além de notícias factuais oferece análises aprofundadas sobre cultura, legislação e meio ambiente amazônico, uma curadoria crucial para que o leitor compreenda não apenas o que aconteceu, mas também as consequências, especialmente aquelas que impactam a liberdade de expressão e a proteção social. Contribui assim para o fortalecimento da democracia e transformação social.
Enquanto muitos veículos nacionais olham a Amazônia através de crises isoladas, o portal aborda a região com a profundidade de quem vive nela. Ao veicular crônicas, artigos e ensaios, eleva o nível do debate público, proporcionando um conteúdo mais denso e reflexivo, que foge do imediatismo das redes sociais. Funciona como cronista do tempo presente, sem desconectar os fatos das raízes históricas.










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