Embora o Quartel Tiradentes esteja localizado no coração do bairro do Reduto, sediando o 2º BPM e duas Companhias da Polícia Militar do Pará, os meliantes parecem desafiar abertamente os policiais. Os assaltos no bairro continuam muito frequentes, principalmente no…

Douglas da Costa Rodrigues Junior, estudante de Letras - Língua Portuguesa da Universidade Federal do Pará e bolsista do Museu Paraense Emílio Goeldi, ganhou a 18ª edição do Prêmio Destaque na Iniciação Científica e Tecnológica na área de Ciências Humanas…

O Ministério Público do Trabalho PA-AP abrirá na segunda-feira inscrições para Estágio de Nível Superior. A seleção será destinada ao preenchimento de vagas e formação do quadro de reserva de estagiários dos cursos de Administração/Gestão Pública, Biblioteconomia, Direito, Jornalismo, Publicidade/Propaganda…

Hoje, dia 23 de julho de 2021 às 19h, o Instituto Histórico e Geográfico do Pará realizada a nona “Live em Memória” da programação alusiva aos 121 anos do Silogeu, desta vez em homenagem ao centenário de nascimento do Almirante…

Infância, cidadania e dignidade roubadas

O  bispo da Prelazia do Marajó, Dom José Luís Azcona Hermoso, reuniu ontem com o promotor de Justiça de Portel, André Cavalcanti de Oliveira, o juiz titular do município, David Guilherme de Paiva Albano, e duas irmãs da Fraternidade Ágape da Cruz, instituição católica de acolhimento para crianças locais. Pela undécima vez, Dom Azcona relatou a situação de violência e exploração sexual  de crianças e adolescentes no arquipélago marajoara e expôs sua preocupação com as causas sociais em todo o Marajó, em especial com as políticas públicas relacionadas à infância e juventude e, ainda, os constantes casos de abusos sexualis envolvendo crianças e adolescentes. Também ressaltou a necessidade da presença do poder Judiciário e do Ministério Público na região do Marajó para transformação da realidade social. 


Aliás, em reunião com a Comissão Justiça e Paz da CNBB Norte II, da qual Dom Azcona é o bispo acompanhante, o procurador geral de Justiça, Marcos Antonio Ferreira das Neves, prometeu que assim que os novos promotores assumissem suas comarcas no Marajó haveria uma reunião com a CJP para traçar estratégias de combate a esses crimes hediondos que roubam a infância, a cidadania e a dignidade humana. Mas até a agora nada.

Compartilhar

Share on facebook
Share on twitter
Share on pinterest
Share on vk
Share on tumblr
Share on pocket
Share on whatsapp
Share on email
Share on linkedin

Conteúdo relacionado

Deixe um comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *