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A bicampeã olímpica Thaísa Daher e a oposta Tifanny Abreu entram em quadra no Mangueirinho na sexta-feira (18). Elas estão entre as atletas da primeira Brasil Cup, torneio internacional de vôlei feminino que Belém recebe pela primeira vez, com quatro equipes em disputa de mata-mata na Arena Guilherme Paraense.

As duas semifinais ficam para a noite de sexta, às 21h. O Fluminense encara o Osasco São Cristóvão Saúde e o Gerdau Minas mede forças com o Alianza Lima, do Peru. No sábado (19), as eliminadas jogam a disputa de terceiro lugar e as vencedoras decidem o título.

A equipe de Osasco desembarca na capital parauara como campeã da Copa Brasil de 2026, conquistada em fevereiro justamente sobre o Minas. No elenco estão a oposta polonesa Magda Stysiak, a levantadora italiana Marta Bechis, a líbero Lara Molinari e Tifanny, uma das jogadoras mais conhecidas do vôlei brasileiro. A temporada do time paulista inclui ainda o Sul-Americano, a Supercopa e o Mundial de Clubes de 2026.

Do outro lado da chave, o Gerdau Minas aparece com a credencial de vice-campeão da Superliga Feminina 2025/26 e de finalista da Copa Brasil. Além de Thaísa, que soma dois ouros olímpicos, o grupo mineiro conta com a oposta Amanda Marques, a central Julia Kudiess e a ponteira Pri Daroit.

O Fluminense vem de uma sequência de resultados que aproximou o clube carioca da elite da modalidade. Nas quartas de final da Copa Brasil deste ano, as tricolores levaram o próprio Osasco ao tie-break antes de deixar a competição. Ariane, oposta, e a líbero Kika estão entre os nomes de referência do elenco.

A presença peruana dá caráter internacional ao torneio. Tricampeão consecutivo da liga nacional do Peru, o Alianza Lima traz a oposta Taylor Fricano, a central Diana De La Peña e a levantadora colombiana María Alejandra Marín. A equipe também usa a viagem a Belém como preparação para o calendário sul-americano.

Para as quatro delegações, a Brasil Cup funciona como ensaio da temporada 2026/27, que começa nas semanas seguintes. É o tipo de torneio curto em que comissões técnicas testam formações, rodam banco e medem ritmo de jogo antes das competições que valem ponto.

Sede dos dois dias de disputa, o Mangueirinho vinha de uma prova de fogo recente. Em dezembro de 2025, o ginásio recebeu o Mundial de Clubes masculino, e a resposta de público credenciou Belém a novas datas do calendário nacional e internacional da modalidade. O torneio tem apoio da Secretaria de Estado de Esporte e Lazer do Pará (Seel).

Os ingressos são vendidos pelo site e pelo aplicativo da Banca do Ingresso, com três setores. No primeiro lote, a arquibancada saiu por R$ 60 para as semifinais e R$ 80 para o dia das finais, com combo de R$ 120 para os dois dias. O setor central custou R$ 100, R$ 120 e R$ 200 nas mesmas condições. A experiência à beira da quadra, chamada Quadra Experience, ficou em R$ 300 para a sexta-feira e R$ 400 para o sábado. A organização também abriu promoção de troca de ingressos por doação de alimentos.

Serviço:

Brasil Cup, torneio internacional de vôlei feminino

Datas: 18 e 19 de setembro de 2026

Local: Arena Guilherme Paraense (Mangueirinho), rodovia Augusto Montenegro, 524, Castanheira, Belém (PA)

Sexta-feira (18): semifinais às 21h, Fluminense x Osasco São Cristóvão Saúde e Gerdau Minas x Alianza Lima

Sábado (19): disputa de terceiro lugar e final

Ingressos: site e aplicativo da Banca do Ingresso

Apoio: Secretaria de Estado de Esporte e Lazer do Pará (Seel)

Gabriella Florenzano
Cantora, cineasta, comunicóloga, doutoranda em ciência e tecnologia das artes, professora, atleta amadora – não necessariamente nesta mesma ordem. Viaja pelo mundo e na maionese.

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