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A banalização da violência

O
presidente do Iterpa e procurador de carreira Carlos Lamarão, que sempre se
destacou pelo combate à máfia fundiária que há décadas assola o Pará, foi
assaltado à mão armada, anteontem à noite, na Arterial 18, em Ananindeua, em
frente à academia onde malha. Levaram todos os seus pertences e até o carro,
ainda não recuperado pela polícia.
Na
semana retrasada, o promotor de justiça Edson Augusto Cardoso de Souza, dos
mais atuantes no MPE e que brilhou nos julgamentos mais emblemáticos de crimes
pela posse da terra, como o dos executores e mandantes do assassinato da Irmã
Dorothy Stang e do sindicalista José Dutra da Costa, o Dezinho, também ficou
sob a mira de uma arma, defronte à sua residência, e teve que entregar até a
aliança de casamento.
Os
fatos preocupam ainda mais porque não é segredo para ninguém que ambos são
jurados de morte pela bandidagem, o que a ausência de proteção facilita em
muito.
Enquanto
isso, a Segup continua a insistir que a violência foi reduzida pela metade.
Convém um choque de realidade para que acorde e perceba que a população vive
aterrorizada, na capital e no interior. Se as autoridades são vítimas, imaginem
o Zé Povinho.

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