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Hoje (9) é celebrado o Dia Nacional da Imunização. Apesar dos avanços da medicina e da ampla disponibilidade de imunizantes, a queda da cobertura vacinal e a circulação de informações falsas continuam preocupando especialistas e autoridades de saúde.


Na infância, as vacinas ajudam a prevenir doenças potencialmente graves como poliomielite, sarampo, meningite, coqueluche e hepatites. Além da proteção individual, a imunização infantil também reduz a circulação de vírus e bactérias na comunidade. A vacinação de bebês e crianças é uma das principais estratégias de saúde pública para evitar surtos e controlar doenças infecciosas. Previne inúmeras doenças infeciosas, que especialmente em bebês podem causar sequelas ou até mesmo o óbito. Além disso, vacinas como a do VSR ajudam a evitar infecções respiratórias durante o pico de circulação do vírus, deixando não apenas os pais mais tranquilos e crianças protegidas, mas os hospitais menos sobrecarregados.

Na adolescência, muitas famílias deixam de acompanhar a carteira vacinal, o que pode levar à perda de reforços importantes. Vacinas contra HPV, meningite meningocócica e reforços contra tétano e difteria fazem parte das recomendações dessa faixa etária.

Entre adultos, é comum a falsa percepção de que não existem mais vacinas necessárias. No entanto, imunizantes como gripe, hepatite B, febre amarela, tríplice viral e reforços contra tétano seguem sendo recomendados em diferentes situações.

A vacinação anual contra a gripe e as doses atualizadas contra Covid-19 continuam sendo especialmente importantes para pessoas com doenças crônicas, profissionais da saúde, gestantes e grupos mais vulneráveis. Muitos adultos só descobrem que estão com a carteira vacinal desatualizada ao viajar, engravidar ou passar por algum problema de saúde.

Com o avanço da idade, o sistema imunológico sofre um processo natural de enfraquecimento, tornando os idosos mais suscetíveis a infecções e complicações graves, chamado imunossenescência. Nessa fase, vacinas contra gripe, pneumonia, Covid-19, herpes-zóster e VSR ganham ainda mais relevância. Doenças respiratórias que parecem simples podem levar à internação. A vacina reduz casos graves, hospitalizações e mortalidade.

Quando a população deixa de se vacinar, doenças antes controladas podem voltar a circular. O sarampo é um dos principais exemplos disso, já que a queda da cobertura vacinal favorece novos surtos e aumenta o risco de transmissão. Outras doenças imunopreveníveis como poliomielite, coqueluche e meningite também reaparecem quando há baixa adesão às vacinas. Informações atualizadas sobre o calendário de imunização podem ser consultadas no site da Sociedade Brasileira de Imunizações (SBIm).

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