Publicado em: 24 de maio de 2026
Toda palavra é um mantra.
O verbo é energia vital.
Sua pronúncia não deve ser à toa, não pode haver desperdício de energia. Evite falar o que não é necessário: fale o essencial.
Quem diz é coração, e não a boca. O coração não apenas bate.
Cada pulsar é vibração suprema que emana de seu corpo quando também é palavra.
Quando o coração vibra a frequência certa, a voz é mero canal para o justo entendimento; por isso Krishna entoa sua flauta como se falasse diretamente do coração.
Tudo se encaminha à unidade quando o amor é reconhecido como a única lei.
O amor é uno como o cosmo, por isso Lao-Tsé dizia: “quem ama faz do universo o seu corpo”.
É assim a história de Krishna e Rahda (pronúncia-se Rahdá) que se conheceram na infância e viveram a união sagrada.
Na Índia, o amor entre os casais vem de uma educação desde pequenos, por isso a festa de casamento pode durar até três dias.
É a celebração do uno.
Para este mantra, imaginem um cortejo de elefantes enfeitados e sobre um deles, Krishna e Rahda, em um movimento desses gigantes que pisam macio, em perfeito equilíbrio.
E cante como se respira:
Krishna, Rahda
Rahda, Krishna
Hare Krishna
Krishna, Rahda
Hare, Rahda
Rama, Krishna
Krishna, Hare
Hare Rama,
Hare Rahda
Hama Krishna
Krishna, Rahda
Rahda, Krischna
Obrigado pela leitura.
A imagem de
Radha & Krishna in the forest Vrindavan

* O conteúdo do artigo reflete a opinião pessoal da/o colunista





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