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TRACUATEUA, RECANTO APRAZÍVEL
Cercada tanto por refrescantes igarapés com águas cristalinas quanto pelas águas do oceano Atlântico, uma visita à paradisíaca Tracuateua deve incluir cavalgadas de búfalo pelos verdes campos da região.
Os primeiros habitantes da vila foram os “cassacos”, que abriram o caminho para a construção, em 1908, da ferrovia Belém-Bragança, ponto de partida do desenvolvimento de Tracuateua. Tudo foi construído ao redor da antiga estação. O nome “cassacos” remete ao trabalho braçal dos contratados para abrir estradas.
Contam os antigos que, durante a abertura da estrada, foi encontrada uma enorme quantidade de formigas da espécie “Tracuá”. Daí o nome do lugar, Tracuateua, que quer dizer Tracuá = formiga e Teua = lugar.
Em 1922, através do Decreto do Governo Federal, foi criada a Estação Experimental para o cultivo do fumo no município. Além do comércio e da própria Estrada de Ferro, contribuíram para a economia do vilarejo, a existência de duas pedreiras, das quais eram extraídos minérios destinados ä capital do Estado, para a construção do cais do porto de Belém e calçamento de suas praças e ruas.
Em 1965, a ferrovia foi desativada, o que deu início ao isolamento de pequenas vilas, dentre elas a de Tracuateua, que pertenceu ao município de Bragança até a sua emancipação, em 1994, quando passou à categoria de município.
Tracuateua fica na região nordeste da Estado e, dentro do Plano de Desenvolvimento Turístico do Pará, está inserida no Pólo Amazônia Atlântica. A 169 km da cidade de Belém, o acesso rodoviário é através das rodovias BR-316 e PA-242, numa viagem de 3 horas de duração, feita em ônibus que saem diariamente da rodoviária de Belém ou em carro particular.
Ao Norte, limita-se com o oceano Atlântico; a Leste, com o município de Bragança; ao Sul, com os municípios de Santa Luzia do Pará e Ourém; a Oeste, com os municípios de Capanema e Quatipuru.
O patrimônio cultural de Tracuateua é rico e diversificado. Campos naturais, rios, igarapés, praias, bacias e lagos, edificações históricas, como a antiga Estação Ferroviária, a Igreja de São Sebastião e o Santuário de Fátima. Há também manifestações culturais e festivais folclóricos ao longo do ano, tais como o Círio de Nossa Senhora do Rosário e o famoso Festival de Quadrilha, no mês de junho.
Os tipos de artesanato mais comuns em Tracuateua são esculturas em madeira e cerâmica, crochê e objetos de fibra, palha, guarumã, raízes, penas, cascas de mexilhão, conchas e tecidos.
A principal atividade da população do município é a agricultura, principalmente o cultivo de feijão. A pecuária também está presente na economia local dos seus quase 23 mil moradores. Porém, a exploração mineral é a mais antiga de suas atividades econômicas.
Quem chega a Tracauateua não pode deixar de apreciar a gastronomia local, com iguarias como o “Camarão da Malásia”, que chaga a medir 30 cm, o “Caranguejo das Cutias”, preparado cozido ou assado na brasa, de tamanho grande e o “Caranguejo das Cutias”, preparado cozido ou assado na brasa, de tamanho grande e carne abundante, a “Caupijoada”, prato preparado com o feijão caupi e servido acompanhado de maxixe, quiabo e arroz branco. E...para sobremesa, não falta caju, bacuri, cupuaçu, manga...aproveite!



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