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FARO, BERÇO DOS JAMUNDÁS
O município teve sua origem numa aldeia de índios Uaboys ou Jamundás, que era missionada pelos capuchos da Piedade, situada abaixo da confluência do rio Pracatu com o Jacundá. Como o local não tinha condições para o desenvolvimento do povoado, além da dificuldade de adaptação ao local, a missão foi transferida para a margem do lago, e deram-lhe o nome de aldeia dos Jamundás, chamado também Nhamundá ou Nhiamundá. A criação do Munícipio é atribuída ao capitão - general Fernando da Costa de Ataíde Teive, por ato de 21 de dezembro de 1768, tendo sido instalado em 27 do mesmo mês. A sede do Município foi elevada à condição de cidade pela Lei nº 324, de 06 de julho de 1895.
De acordo com o Art. 3 do Decreto nº 6, de 4 novembro de 1930, Faro passou a constituir território sob a administração direta do Estado, o que foi confirmado pelo decreto nº 72 de 27 de dezembro do mesmo ano.
Nos quadros da divisão territorial de 1936-1937, bem como o anexo ao Decreto-Lei nº 2.972, de 31 de março de 1938 e na legislação posterior, Faro se compunha dos Distritos de Faro e Terra Santa. No Decreto-Lei nº 3.131, 31 de outubro de 1938, o município estava constituído por três distritos: Faro, Terra Santa e Juruti - situação que foi confirmada pelo Decreto- Lei nº 4.505, de 30 de dezembro de 1943. Atualmente, é formado apenas pelo distrito-sede, Faro, nome de origem portuguesa dado pelos capuchos da Piedade à aldeia dos índios Uaboys ou Jamundás. Em 1991, pela Lei nº 5.699 de 13/12/91, Faro teve parte de seu patrimônio territorial desmembrado para criação do Município de Terra Santa.
COMO CHEGAR: Partindo da capital do Estado, há várias opções: via aérea através de Santarém, Porto Trombetas ou Parintins, no Estado do Amazonas. Via Terrestre: chegando em Porto Trombetas, pode-se ir a Faro pela PA-254. Via Fluvial: de Santarém, pode-se pegar uma embarcação com destino ao Município. A viagem dura em torno de 18h.
Caso escolha Parintins, também há embarcações saindo diariamente com destino a Faro. A viagem, dependendo da época do ano, pode durar entre 4h, no período de cheia dos rios, ou até 8h, na época de seca.



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